2 de ago de 2009

SOBRE O RESTO DAS COISAS



SOU FEITA DO QUE ME RESTA.
MEUS OSSOS E CORPO FALAM POR MIM.
OLHO PRO TEMPO E ISSO ME ASSUSTA E SUSTENTA.
TODO POEMA É UMA TENTATIVA DE ACALENTAR ESSA DOR.
SE ESCREVO ASSIM É PORQUE ME FAÇO LEVE.
JORRO PRO MUNDO O QUE NÃO CABE EM MIM.

by @mb

7 comentários:

J.R disse...

Leve...acabei de ver A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER. Abro o blog e vejo este teu texto falando de leveza.

Coitada da Tereza...nunca entendeu a leveza de Tomaz. MAs que leveza a dele não???

ótima semana!

bjs!

Priscila Lopes disse...

Muito bem sintetizado - e jorrado aqui pro mundo.

jupyhollanda disse...

ai Dri Dri... q lindo...

B-Juju

Adriana Monteiro de Barros disse...

É verdade, vc me lembrou "A Insustentável Leveza do Ser". Gosto do filme e muito do livro, cada um na sua linguagem. Boa J.R.

Beijos!

Adriana Monteiro de Barros disse...

Minha salvação são as palavras Pri, mas só ouvidos atentos conseguem escutar.

Bjs! Nos veremos mais

Adriana Monteiro de Barros disse...

Este eu vou dedicar a você, Ju.

Beijos mil!

Espero que vc esteja bem!

Louis ALLLien disse...

a poesia anestesia a dor que se disfarça de apatia...